Oi galera, venho aqui de novo falar de coisas de fãs, e falar um pouco dessa nossa saga para divulgar o wrestling para nossos amigos, amigos de amigos, ou até mesmo para desconhecidos..hehehe Click Em Leia Mais
Espero que gostem, critiquem e deixem suas opiniões! Vamos lá!
Uma das obrigações e desejo dos fãs, seja de wrestling ou de outra coisa qualquer, é a de divulgar o seu objeto de adoração. Talvez essa obrigação seja mais forte para nós, brasileiros fãs de luta livre, já que aqui nosso esporte não é lá muito divulgado. No Brasil, não há a mesma projeção desse entretenimento como há com a música, as novelas, o futebol etc, exigindo de nós ainda mais empenho para que possamos difundir tal trabalho.
Sempre que abrimos uma brecha para apresentarmos a alguém a luta livre, fazemos! E o fazemos com todo carinho que temos, tentando transmitir a paixão que arde nos nossos corações fanáticos. Escolhemos lutas que consideramos grandiosas, interessantes, históricas…lotamos o MSN (e as vezes a paciência de nossos colegas) de links do youtube com lutas, promos, vídeos temáticos ou algum spot maluco e muito legal que tenhamos visto. Convidamos amigos para uma tarde de domingo em nossas casas e revemos momentos memoráveis da luta livre (eu mesma tenho minha lista de lutas preferidas sempre a postos para passar para um colega).
Quando escutamos uma interjeição como um “-Nossa!”, ou até mesmo o comum “-Olha o que esse cara fez, ele é louco!”, sabemos que jogamos bem a nossa isca! E talvez – se houver a chance -, podemos até mesmo olhar nos olhos do novo espectador e ver surgir o mesmo brilho que um dia nos fez começar a acompanhar federações de pro-wrestling.
Só falar em louco, de quem a gente lembra??
Somos pescadores e, como tais, precisamos de muita paciência para fisgarmos nossa presa. Podemos conseguir desde pequeninos fãs até mesmo verdadeiros viciados como nós mesmos, assim como podemos jogar uma rede vazia e colhe-la da mesma maneira…ou recheada de boas surpresas.
Assistir à luta livre não nos vem de mão beijada. Precisamos passar pela dificuldade de baixar, esperar pelo youtube, ou encarar uma net ruim para ver ao vivo. Eu baixo, converto e depois gravo, e essa é só a primeira etapa da prova de fogo que enfrentamos para poder acompanhar nossas lutas.
A saga para ver shows...
Muitas das vezes que assisto um show pela primeira vez, seja semanal ou PPV, tenho por perto um amigo, ou amigos dos meus irmãos, e sempre tenho aquele desejo de pesca-los, traze-los para a nau dos loucos por wrestling.
Espero que gostem, critiquem e deixem suas opiniões! Vamos lá!
Uma das obrigações e desejo dos fãs, seja de wrestling ou de outra coisa qualquer, é a de divulgar o seu objeto de adoração. Talvez essa obrigação seja mais forte para nós, brasileiros fãs de luta livre, já que aqui nosso esporte não é lá muito divulgado. No Brasil, não há a mesma projeção desse entretenimento como há com a música, as novelas, o futebol etc, exigindo de nós ainda mais empenho para que possamos difundir tal trabalho.
Sempre que abrimos uma brecha para apresentarmos a alguém a luta livre, fazemos! E o fazemos com todo carinho que temos, tentando transmitir a paixão que arde nos nossos corações fanáticos. Escolhemos lutas que consideramos grandiosas, interessantes, históricas…lotamos o MSN (e as vezes a paciência de nossos colegas) de links do youtube com lutas, promos, vídeos temáticos ou algum spot maluco e muito legal que tenhamos visto. Convidamos amigos para uma tarde de domingo em nossas casas e revemos momentos memoráveis da luta livre (eu mesma tenho minha lista de lutas preferidas sempre a postos para passar para um colega).
Quando escutamos uma interjeição como um “-Nossa!”, ou até mesmo o comum “-Olha o que esse cara fez, ele é louco!”, sabemos que jogamos bem a nossa isca! E talvez – se houver a chance -, podemos até mesmo olhar nos olhos do novo espectador e ver surgir o mesmo brilho que um dia nos fez começar a acompanhar federações de pro-wrestling.
Só falar em louco, de quem a gente lembra??
Somos pescadores e, como tais, precisamos de muita paciência para fisgarmos nossa presa. Podemos conseguir desde pequeninos fãs até mesmo verdadeiros viciados como nós mesmos, assim como podemos jogar uma rede vazia e colhe-la da mesma maneira…ou recheada de boas surpresas.
Assistir à luta livre não nos vem de mão beijada. Precisamos passar pela dificuldade de baixar, esperar pelo youtube, ou encarar uma net ruim para ver ao vivo. Eu baixo, converto e depois gravo, e essa é só a primeira etapa da prova de fogo que enfrentamos para poder acompanhar nossas lutas.
A saga para ver shows...
Muitas das vezes que assisto um show pela primeira vez, seja semanal ou PPV, tenho por perto um amigo, ou amigos dos meus irmãos, e sempre tenho aquele desejo de pesca-los, traze-los para a nau dos loucos por wrestling.
DVD no aparelho, TV pronta para a ação. Começa um show. Mas também não é fácil trazer o novo fã para o nosso mundo. Passo pela minha segunda dificuldade, que é traduzir as falas para que quem estiver por perto possa compreender um pouco do que está rolando em questão de trama. Se pelo menos eu tivesse um bom inglês…mas consigo enganar, e transmito os pontos principais aos colegas que me acompanham em meu show.
As video-promos são mais interessantes, pois já trazem um contexto de toda a storyline que se desenvolve com determinados personagens e, mesmo não entendendo os diálogos na íntegra, convenhamos que são bem impactantes visualmente!

Agora o ponto-mor para que o peixe morda a isca: as lutas! Mesmo que para mim as histórias e a caracterização dos personagens sejam um pouco mais divertidas, para os novos fãs são as lutas que o trarão ao mundo do wrestling, e são mais simples de serem assimiladas já que não exigem tradução: a porradaria é uma linguagem universal!
Esse aqui é bom de promo!
Torço por um bom show, por aquele move brilhante que chame a atenção de meus convidados, e me mantenho observando reações. É possível observar caretas, rostos desconfiados, mas isso não é ruim não! É um sinal de que estão procurando ver o que se passa, são mentes curiosas, o ruim é a indiferença.
Socos, chutes…de repente um golpe comum e trivial para nós, talvez um suplex e… “-hey, peraí, o que esse cara ta fazendo?”. Correria, impulso nas cordas, seqüências de reversal, uma luta animada é a melhor para atrair os novatos, pelo estranhamento que causa, e que traz a vontade de conhecer!
Quando aparece um move visualmente bonito…uou, acho que o anzol deu uma puxada! E a nós resta incitar essa curiosidade no novo fã. “-Esse cara já pulou de sei lá quantos metros de altura de costas no outro! E esse outro aí consegue andar de boa encima das cordas, mesmo com todo esse tamanho, além de voar feito um maluco pra fora do ringue. Ah, tal cara já cuspiu um dente pelo nariz, desmaiou, voltou e lutou ainda assim. Esse aqui foi campeão olímpico em 1996, medalha de ouro!”.

Pode sorrir, porque não é pra qualquer um não...

Você lhe contará histórias e, se ele pedir para que tu contes mais alguma, você pode comemorar, pois fez uma ótima pescaria! E pode continuar alimentando e incitando o desejo do novo fã pois, amanhã, ele poderá estar pescando novos admiradores. Nós devemos nos colocar nesse papel, e é por isso
que estou aqui lhes escrevendo mais uma vez, pois é nesse conjunto de ações que criaremos uma corrente de fãs, e temos a chance de divulgar algo que merece ter todo o reconhecimento possível! Comentem!!





























3 comentários:
Muito boa essa cronica
Vlw Cara :)
Muito Bom Realmente.
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